O Vila Nova já tem um diretor de futebol, que é Mauro Morishita. O clube também está próximo do acerto com o técnico Dario Pereyra. Mas, para que as perspectivas para o ano de 2013 sejam boas, é preciso também atrair investidores. A tarefa não será muito simples, devido aos problemas que o Tigre teve nas últimas temporadas, quando teve dificuldades para sanar suas dívidas. Na última segunda-feira, foi criado um grupo composto por quatro conselheiros – Antônio Carlos dos Santos, Joelmir Gonçalves, Sebastião Carlos de Oliveira e Urildo Campos – que tem como um dos objetivos arrecadar fundos para o clube.
Enquanto os patrocinadores não aparecem, a diretoria colorada promete buscar auxílio com o governo do estado. Assim como o rival Goiás, que conta com a ajuda de Marconi Perillo para fechar com a Caixa Econômica Federal, o Vila Nova espera ter sucesso nesta empreitada. Segundo o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Paulo Diniz, Marconi Perillo será procurado.
Paulo Diniz (à direita) espera contar com apoio do governador de Goiás (Foto: Renato Conde / O Popular)
- Vamos atrás do governador também. Ele já nos ajudou bastante no passado. Sei que ele torce para o rival, mas é filho de um grande vilanovense. Pela sua contribuição com o Vila Nova, o governador já tem até um título de sócio benemérito do clube. Vamos pedir esta ajuda, acho que é uma maneira de captar recursos. Nosso objetivo não é atrapalhar o rival, mas sim tentar crescer – afirma.
Segundo Paulo Diniz, a situação do Tigre já foi pior. Embora a diretoria ainda tenha dívidas com parte do elenco que defendeu o clube na Série C, o presidente do Conselho Deliberativo estima que com cerca de R$ 300 mil o Vila quite estes pagamentos. O dirigente afirma ainda que os problemas financeiros não atrapalharão muito na montagem do time para 2013.
- Acredito que na semana que vem já estaremos com a comissão técnica e também com boa parte do elenco em atividade. Nossa situação não é das melhores, mas já foi muito pior.
Paulo Diniz ainda comenta a criação do chamado ‘grupo permanente de assessoramento’. Para ele, a destituição do presidente executivo, Marcos Martinez, não foi cogitada, e o mandatário não perderá autonomia.
- Esta hipótese nem passou pela nossa cabeça. Foi uma especulação. A gente busca apenas o fortalecimento do Vila Nova. Tenho certeza que este grupo minimizará nossas dificuldades, mas o Martinez continua à frente do clube.
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